“Desse jeito vão saber de nós dois… dessa nossa vida… e será uma maldade voraz… malignas línguas… nossos corpos não conseguem ter paz em uma distância… nossos olhos são dengosos demais… olhos que se entregam… eu só sei que quero você… pertinho de mim eu… quero você… dentro de mim eu… quero você… em cima de mim eu… quero você…”
Gritar ao mundo e assumir. Assumir todo a
bsurdo, toda dúvida, todo luxo, toda dor, todo respeito, toda vontade, todo desejo e todo, mas todo sentimento verdadeiro. Esse inteiramente puro. Simples vontade de olhar dormir, ingênuo e genuíno sorriso ao acordar. Tinha certeza. Nunca, mas nunca mais encontrar. Isso que nem sei o que é. Isso que me mantém em pé. Isso que me traz a fé. Me embala na subida e querer bem a vida. Mesmo quando é improvável, quando tantos dizem: “não se arrisque”, mantenha a razão, não ouça só o coração. Já sofremos demais… Será coragem que nos falta? Será medo que abunda? Será que não podemos só, SER? Acontecer, viver, crescer, manter, e merecer tudo de bom que temos a oferecer (um ao outro… outro a um…). Você me quer bem?
O encontro das vozes, é como um encontro a dois, a sós, nossos olhares, se encontram, se pedem, se encantam, se cantam, se querem (eu vejo… eu sinto):
“Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It’s too much
É pesado / It’s heavy
Não há paz / There is no peace”
fevereiro 20, 2010 at 11:35 am
hey.
que legal ler isso!
É lindo.
É tênue.
E pára de implicar com o meu blog, saco! rs.
saudades tbm!